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25/05/2019

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25/05/2019



Fonte: Publicidade

Vereador rebate deputado bolsonarista que chamou a Bahia de “lixo”

25/05/2019

O vereador de Salvador, Luiz Carlos Suíca (PT), soltou o verbo ao rebater o deputado bolsonarista, líder do PSL na Câmara Federal, Delegado Waldir (GO), que chamou a Bahia de “lixo” esta semana.

Para o edil, falta conhecimento de história, de ética e de civilidade para os defensores ‘ferrenhos’ do governo de Jair Bolsonaro (PSL). “Tem que respeitar o berço da Independência do Brasil. Ao menos 10 revoltas, que aconteceram aqui na Bahia, culminaram com ações nacionais, de interesse de todos os brasileiros. No dia 2 de julho, comemoramos a Independência da Bahia. Este estado, foi um dos mais combativos da história do Brasil, desde o período colonial. Somos de luta!”, descreve Suíca.

De acordo com o petista, “os políticos que atuam contra o Nordeste, que odeiam baianos e nordestinos, têm que ser marcados na história como conspiradores”. O vice-líder da oposição lembra que foi em Cachoeira, no Recôncavo Baiano, que começou as batalhas travadas pela conquista da Independência do Brasil, que tiveram início no dia 25 de junho de 1822. “Foi em Cachoeira que se iniciou o movimento que culminou na proclamação de Dom Pedro I como imperador. Isso sem contar nas belezas naturais que só aqui têm. Temos um litoral belíssimo, com praias paradisíacas, uma das mais lindas chapadas, a Chapada Diamantina, uma das maiores reservas de água do país. Cultura popular explosiva, intelectuais e músicos que nunca foram superados”, completa.

Para Suíca, a ideia de desmerecer a Bahia é também um pouco de “inveja”. Ele aponta que foi no estado baiano que Bolsonaro teve suas maiores derrotas.

“No primeiro turno perdeu com pouco mais de 23%, e no segundo foi de lavada. Bolsonaro teve 27% e Haddad mais de 72% dos votos válidos.

E não venha falar do PT não, que aqui foi onde mais reduzimos a pobreza, até mais que o Brasil, proporcionalmente falando. Então, é bom respeitar a história.

É fundamental respeitar as pessoas, o povo, mas os políticos ligados a Bolsonaro não sabem disso, só entendem de laranjal. Enquanto fazem fumaça, o Queiroz segue sumido. E nós seguimos no meio do caos governamental que essa turma colocou o país”, finaliza.

Brasil vive momento ruim na economia por “falha de diagnóstico”, afirma especialista

25/05/2019

Para o vice-presidente da Cofecon, Antônio Corrêa de Lacerda, faltam planos para fomentar o crescimento.

Repórter Marquezan Araújo, da Agência do Rádio Mais

Dados divulgados na segunda-feira pelo Banco Central revelam que economistas do mercado financeiro elevaram a previsão de inflação para este ano, de 4,04% para 4,07%. Ao mesmo tempo, a estimativa de expansão da economia em 2019 foi reduzida. O recuou foi de 1,45% para 1,24%, o que levou o indicador à 12ª queda seguida.

O cenário econômico do Brasil dá sinais de enfraquecimento e essa situação tem ligação direta com o momento político enfrentado pelo País. A avaliação é do vice-presidente do Conselho Federal de Economia (Cofecon), Antônio Corrêa de Lacerda. De acordo com ele, o bate cabeça entre membros do governo – que acontece dentro e fora do Congresso Nacional – agrava as incertezas sobre o crescimento da economia nacional, o que tende a “afastar os investimentos e a chamada confiança”.

Lacerda, no entanto, alerta para outros possíveis motivos que impedem o avanço do País no setor econômico, como por exemplo, o que ele chama de “falha de diagnóstico”. “Na verdade, esse é um governo que assumiu com uma postura ultraliberal, que acreditou muito que as forças do mercado, por si só, pudessem elevar o crescimento da economia. Mas isso não ocorre em nenhum país do mundo, nem na nossa experiência própria”, explica.

A crítica do economista é, principalmente, sobre a falta de planos e medidas concretas para fomentar o crescimento do Brasil. “Que medidas são essas? Medidas de política industrial, medidas ligadas ao crédito e financiamento. Por exemplo: nessa área de crédito e financiamento, o Brasil está com seu menor nível de taxa básica de juros, que é a Selic. Mas o juro ao tomador final é muito mais elevado”, afirma.

Lacerda também lembra que a crise econômica afeta todas as classes sociais, inclusive as pessoas que possuem um melhor poder aquisitivo. “Além disso, o nível de desemprego muito elevado, a renda das famílias atrofiadas pelo aumento de custo de vida, não apenas a inflação básica, mas o plano de saúde, mensalidade escolar, taxa de condomínio, tudo isso que pega mais da classe média para cima, que tem aquele maior poder de compra”.

Números do Brasil

Dados divulgados na última segunda-feira pelo Banco Central revelam que economistas do mercado financeiro elevaram a previsão de inflação para este ano de 4,04% para 4,07%. Ao mesmo tempo, a estimativa de expansão da economia em 2019 foi reduzida. O recuou foi de 1,45% para 1,24%, o que levou o indicador à 12ª queda consecutiva.

No final de março, o cenário projetado era melhor: o Banco Central havia estimado um crescimento de 2% para a economia brasileira em 2019, enquanto e o Ministério da Economia projetou uma expansão de 2,2%. Já para o ano que vem, a expectativa era que o crescimento da economia permanecesse em 2,50%.

Setor da Indústria

O momento de incertezas econômicas no Brasil se refletiu não apenas na vida do cidadão comum, como também no setor da industrial do Brasil. Essa insegurança foi percebida com a divulgação do Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), que teve um recuo de 1,9 ponto em maio e atingiu 56,5 pontos. Essa é a quarta queda consecutiva registrada do índice.

O economista da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Marcelo Azevedo, afirma que “apesar das quedas recentes, a confiança continua elevada, acima dos 50 pontos, inclusive acima da média histórica do índice”. Mesmo assim, Azevedo lembra que os empresários estão percebendo mais dificuldades neste início de ano, do que acreditavam que perceberiam no final do ano passado.

Esse quadro poderia ser revertido, segundo o economista, caso projetos importantes em tramitação no Congresso Nacional fossem aprovados. “O andamento da reforma da Previdência certamente seria muito importante para uma recuperação da confiança”, afirma.

“Isso poderia sinalizar o andamento de outras reformas ainda mais importantes, que teriam um efeito até mais imediato na atividade econômica, em especial na atividade industrial, como a reforma Tributária, por exemplo”, conclui o economista.

Cenário internacional

Entender o panorama econômico brasileiro não se limita às fronteiras do Brasil. A guerra comercial entre Estados Unidos e China, por exemplo, tem rendido novos capítulos e se agravado ainda mais. Enquanto o presidente americano, Donald Trump, elevou as tarifas sobre US$ 200 bilhões em importações chinesas de 10% para 25%, Pequim respondeu que reagiria elevando as taxas sobre US$ 60 bilhões em produtos norte-americanos.

Para o vice-presidente do Conselho Federal de Economia (Confecon), Antônio Corrêa de Lacerda, esse impasse entre as duas nações pode afetar os planos brasileiros de expandir a economia. O que, inicialmente, parece bom para o Brasil, pode ser revertido em dificuldades de transações no mercado internacional posteriormente.

“No curto prazo, o Brasil tem sido beneficiado com essa disputa, porque isso tem aberto espaço para vendas dos produtores brasileiros para outros mercados em função do litígio entre as duas potências. No médio e longo prazo, no entanto, o acirramento dos conflitos tende a diminuir o volume do comércio global em atividade, o que prejudica a todos os países, inclusive o Brasil”, explica o economista.

A turbulência econômica na Argentina é outro ponto que atinge o desempenho do Brasil, na visão de Lacerda. Sem alcançar sucesso nos planos, o país governado por Mauricio Macri tem se enrolado, cada vez mais, em uma grave crise político-financeira, que tem como consequência a desvalorização da moeda local.

“A crise argentina significa uma menor capacidade de nossas exportações. Então, isso também dificulta a nossa atividade. Mas é bom sempre lembrar que 90% do nosso crescimento vêm do mercado doméstico. É por isso que deveriam ser intensificadas as ações para reduzir o desemprego e garantir a renda, para favorecer a produção, os investimentos produtivos”, finaliza.

A vida nos trata mal. Só nos consola rir dela.

24/05/2019

Piadinhas correntes nos corredores de Brasília, todas maldosas com o nosso soberano, Biroliro, primeiro e único:

-Biroliro não é católico e nem evangélico. É espírita. Basta ver o número de funcionários fantasmas que teve enquanto frequentava a Câmara.

-Sabe por que não saiu sangue na facada do Adélio no Bolsonaro?  Porque não teve corte, foi contingenciamento!

-Será que algum deputado vai votar na integralidade na Reforma da Previdência só para o Posto Ipiranga não se auto-exilar no País?

Tchutchuco é riquíssimo, dono de um patrimônio incalculável e acionista majoritário de um maiores bancos de investimentos do País.

Não está no Ministério para rasgar seda com os petistas, nem para ganhar aquele saláriozinho miserável de Ministro. Muitos menos por patriotada. Está lá para administrar os interesses da “Banca Voraz”, administrar um quinhão suculento da previdência privatizada e continuar sugando os fundos de pensão, como já fazia antes de se tornar o Postinho Ipiranga de Biroliro. 

Uma árvore plantada para cada criança nascida, uma boa ideia.

24/05/2019

A Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados aprovou, nesta semana, um projeto de lei que prevê o plantio de uma árvore para cada criança nascida em qualquer município brasileiro. De acordo com o texto, a árvore deverá ser plantada preferencialmente em área urbana.

Para a relatora da comissão, deputada Norma Ayub (DEM-ES), o texto une educação ambiental e conservação da natureza.

“Os municípios deverão promover plantios de árvores com dados dos registros de nascimentos em seus cartórios, contribuindo para a política nacional do meio ambiente, unindo educação ambiental e conservação da natureza, motivando as famílias a se engajarem em ações concretas”, afirma.

Segundo o PL, as empresas privadas vão poder participar da iniciativa em parceria com o poder público ou doar mudas de árvores. Além disso, a muda também poderá ser ofertada ao pai ou à mãe que solicitar em até 90 dias depois do nascimento da criança.

Caso necessário, o governo local vai poder solicitar todos os meses aos cartórios de registro civil a lista completa dos nascimentos ocorridos. O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, e Constituição, Justiça e de Cidadania. Da Agência do Rádio Mais.

Em Luís Eduardo Magalhães nascem mais de 2.000 crianças por ano. Ainda é pouco, mas é muito frente ao que se está fazendo.

Espera-se que a prometida retirada do lixão da área urbana dê lugar a um grande bosque, com mais de duas mil árvores.

Serviço: ANAC deixa Avianca no chão “por medida de segurança”

24/05/2019

Segundo a agência, a empresa não conseguiu comprovar condições mínimas de segurança exigidas, como a manutenção das aeronaves

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) suspendeu preventivamente nesta sexta-feira (24) todas as operações da Avianca Brasil por questões de segurança. Segundo a Anac, “estão suspensos todos os voos até que a empresa comprove capacidade operacional para manter as operações em segurança”.

Segundo a agência, a empresa não conseguiu comprovar condições mínimas de segurança exigidas, como a manutenção das aeronaves. A empresa só poderá retomar as atividades quando demonstrar que cumpre todos essas condições.

Pilotos e comissários da Avianca Brasil fizeram greve nesta sexta (24) nos aeroportos de Congonhas, em São Paulo, e Santos Dumont, no Rio de Janeiro.

A companhia aérea operava atualmente 37 voos, em média, por dia, no país.

Em nota, a Anac recomendou aos passageiros com voos marcados que entrem em contato com a Avianca e não se desloquem para o aeroporto.