Do Veja Política.

No último dia 04 de abril encerrou-se a chamada “janela partidária”. Esta data determina o prazo de 06 meses que antecede a eleição municipal de 2020, 04 de outubro, e é o limite dado pela Justiça Eleitoral para que todos os pretensos candidatos a vereador e prefeito estejam com as suas filiações partidárias definidas.

Em Luís Eduardo Magalhães teve quem festejou a data, e quem até a última hora ainda corria de porta em porta para encontrar uma vaga em alguma legenda que o quisesse. Ainda tiveram aqueles que por desorganização, ou falta de atenção aos prazos eleitorais, deixaram para a última hora o convencimento e a filiação dos seus pré-candidatos ao legislativo.

O prefeito Oziel Oliveira, até onde podemos apurar, ficou com apenas dois partidos na sua base; o PSD, o qual ele a sua esposa Jusmari Oliveira são filiados e detêm mandatos, e o seu antigo ninho, o PDT. Ao que tudo indica o prefeito não articulou o suficiente para fechar a legenda com os 26 pré-candidatos em cada partido. Ou seja, deverá sair com menos de 50 vereadores para a sua campanha.

Após 40 meses votando os projetos do prefeito Oziel Oliveira (PSD), como ficará o posicionamento político do vereador Luciano Santos (ex-PSC)? Foto: reprodução internet.

Já para o pré-candidato Jeferson Café, ficou apenas o Republicanos. A legenda, comandada pelo ex-vice de Humberto Santa Cruz (PP), Marcos Alecrim, recebeu de última hora a filiação do vereador Luciano Santos, da base do atual prefeito Oziel Oliveira.

Quem parece ter feito o dever de casa certinho foi o pré-candidato Junior Marabá. O democrata arrebanhou oito partidos para sua base; Democratas, PSDB, PP, PV, PSL, Patriota, Avante e Rede.

“Fizemos um trabalho minucioso na escolha de cada um dos pré-candidatos e os colocamos em partidos que tivessem sua identidade. Naturalmente os partidos foram chegando e neles fomos acomodando os nomes. Foi um trabalho realizado e pensado durante um ano. Terminamos fechando legenda em sete partidos. Devemos sair com mais de 180 candidatos a vereador”, comemorou o mineiro Carlos Lopes, coordenador da vereança de Junior Marabá.

“Bom lembrar que, em todos os partidos, temos ainda bons nomes prontos para possíveis substituições, em caso de desistência de algum pré-candidato”, conclui o Mineiro.

O fato é que este “primeiro turno” acabou dia 04 de abril. Prazos findados e choros à parte, ao final, deu tudo certo; pois como diz um antigo ditado popular, “se ainda não está certo é por que ainda não chegou o fim”.