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Carne de boi vai sumir da mesa do pobre e do remediado. Escreva aí.

22/11/2019

Pode esquecer o picadinho. Marmita do pobre agora vem com arroz, feijão e “zoião”.

No estado de São Paulo estão ocorrendo negócios para o boi gordo que atende o padrão exportação em R$ 230,00/@, à vista.  Com a carne no atacado valorizada, a tendência é que os preços para o boi gordo continuem avançando nos próximos dias já que as indústrias estão repassando as valorizações dos preços do boi ao consumidor.

Segundo o Analista de Mercado da Cross Investimentos, Caio Junqueira, algumas ofertas aconteceram na última quarta-feira nos patamares de R$ 227,00/@ a R$ 230,00/@ para receber no próximo ano. “Nesta manhã, os participantes começaram a informar no aplicativo negócios de R$ 230,00/@, à vista e agora esse valor já referência”, comenta.

Novas máximas de preços também estão acontecendo em outras localidades, como no caso de Goiás, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. Pelo o aplicativo AgroBrazil, foram informados negócios no município de Guararapes/SP a R$ 233,00/@, à prazo com oito dias e data para o abate programa em 28 de novembro.

No aplicativo Agrobrazil, os participantes relataram negócios em Paranaíba/MS a R$ 200,00/@, à vista com data para o abate em 28 de novembro.  Na região de Goiás, os preços em Anápolis estão ao redor de R$ 200,00/@, à vista e com data para o abate no dia 25 de novembro.

No caso do atacado, a média para o estado de São Paulo está precificado em R$ 15,70/kg para o boi casado, isso mostra que as indústrias estão conseguindo repassar as valorizações dos preços do boi para o consumidor.

“Nós temos um boi casado que equivale a uma arroba de R$ 235,50/@ e historicamente o boi casado é abaixo de 5% a 6% abaixo, mas estamos vendo sucessivas altas e tem chance de continuar subindo”, relata.

Se o frigorífico está entregando ao supermercado dianteiro e traseiro por R$15,70, esse é o mínimo que o consumidor vai encontrar para cortes menos nobres ( paleta e pescoço com osso – conhecido como agulha no RS). O lucro do mercado fica nos cortes nobres do traseiro.

Com relação à oferta de animais, o analista destaca que o fluxo de saída do confinamento vai proporcionar uma organização a partir do final de dezembro e janeiro. “Como o número de animais que tem para sair é pequeno ainda vai adiantar a safra das águas, que sairia em maio, mas esse problema de oferta restrita vai se repetir novamente”, relata Junqueira.

O analista ainda salienta que os pecuaristas devem ficar atentos as negociações, pois os preços podem mudar a cada dia. “Minha dica para o produtor é ter muita cautela e tentar fazer no dia o melhor negócio e sem fazer muito alarde”, finaliza.

Por: Aleksander Horta e Andressa Simão.
Fonte: Notícias Agrícolas.

Aquelas donas de casa de menor poder aquisitivo vão voltar com força total para o frango e para os cortes de suíno que não estiverem relacionados com as festas de final de ano. Ou isso ou o feijão com arroz e “zoião”, o tradicional ovo estalado, que está custando em torno de R$3,60 a dúzia, a nível de consumidor.

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  1. Lobo permalink
    22/11/2019 12:52

    Mas pelo menos tiraram o PT.
    O país está voando, somos quase uma Alemanhã. Vamos até entrar para o clube dos países ricos.
    E a geração de empregos está acelerada, quem mora nas grandes cidades é testemunha disso, para todo lado que se olha têm motoqueiros e ciclistas com caixas de entrega.
    Agora, ninguém segura o Brasil!

    Todo mundo sabe que carne vermelha faz mal, logo, até a saúde da população vai melhorar.

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