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Ministro do Meio Ambiente recebe prêmio “Exterminador do Futuro”

09/10/2019

 

 

Um jovem entregou, na abertura da sessão da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, ao ministro Ricardo Salles o merecido prêmio “Exterminador do Futuro”.

O rapaz foi retirado da sala aos pontapés. Eita “Sinistro” mal agradecido!

Enriquecimento ilícito

O procurador de Justiça de São Paulo Ricardo Dias Leme se manifestou a favor da quebra de sigilo bancário e fiscal do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, em um inquérito civil que apura suposto enriquecimento ilícito.

Salles reagiu enfaticamente à argumentação do procurador: “alegações absurdas, que destoam, inclusive, do que já consta do próprio inquérito”.

Em primeira instância, o pedido do Ministério Público Estadual foi rejeitado. O promotor Ricardo Manuel Castro, autor do requerimento, recorreu ao Tribunal de Justiça. Na Corte, a Procuradoria-Geral de Justiça tem competência para avaliar o recurso. Em parecer, Dias Leme opinou para que o apelo seja acolhido.

“É no mínimo curioso que alguém que percebeu a média de R$ 1.500,00 de rendimentos mensais da advocacia em 2013, antes de assumir o cargo de Secretário Particular do Governador, que não possuía rendimentos superiores a cerca de R$ 12.445,00, líquidos em agosto de 2014, possa ter tido uma variação patrimonial de 604% entre 2012 e meados de 2018, tendo passado 13 meses e meio (16/07/2016 a 30/08/2017) exercendo cargo público no qual percebia uma remuneração média de R$18.413,42 e estava impedido de advogar”, afirma o procurador.

Dias Leme ainda ressalta que Salles ‘ostenta condenação por improbidade administrativa’. Ele se refere a processo em que Salles, enquanto secretário estadual do Meio Ambiente de São Paulo, durante a gestão do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), foi sentenciado sob a acusação de favorecer empresas de mineração em 2016, ao acolher mudanças feitas nos mapas de zoneamento do Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental (APA) do Rio Tietê.

Sobre tal condenação, o Ministro afirmou que trata-se de uma decisão de primeira instância, com recurso ainda não apreciado pelo Tribunal.

 

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  1. Lobo permalink
    09/10/2019 19:16

    E ainda têm uns quadrúpedes que envergonhados pela escolha do Mico na última eleição, apresentam uma estranha desculpa esfarrapada de que a preferência real era no Amoedo do tal Partido Novo. De Novo esse partido só tem o nome e o Amoedo é uma cara nova para os velhos donos do poder e do dinheiro. Melhor passar vergonha como eleitor do Mico do que assinar o atestado de idiota absoluto com o Novo e a velha cara de nome Amoedo.

    PS – Eu sei que as bestas continuarào sendo bestas e praticando besteiras. É a natureza deles ficar pastando.

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