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Identificadas empresas envolvidas no esquema de sonegação no Oeste.

13/09/2019

Imagem ilustrativa de operação semelhante.

O jornal Correio* complementou, hoje, a notícia de ontem, sobre a Operação integrada por Ministério Público, Polícia Civil e representantes da Secretaria da Fazenda da Bahia, que devassou um esquema grandioso de sonegação e fraude de ICMS no Oeste baiano.

Entre as empresas envolvidas, há algumas com 45 anos de tradição no agronegócio, como a Ceolin Agricultura e Participações Ltda., a Ceolin Agropecuária Ltda. – ambas pertencentes a um grupo familiar, composto por oito irmãos, e que tem sede em Uruguaiana (RS) –, e a Agropecuária A.Manjabosco Ltda. e Agropecuária Mariana Manjabosco Ltda., com atuação na Bahia e Rio Grande do Sul.

As outras são a Agricampo Representação Comercial Ltda., Rural Cotton Transporte e Corretagem Ltda., Unigrãos Comércio e Indústria de Rações Ltda. e C.R. da Silva Cereais – EPP – esta última tem sede em Taquarana (AL).

A Agricampo (que tem como sócios Thiago Felipe Alves Veloso e Franklin Henrique Alves da Silva), a Rural Cotton (dos sócios Lucieny Correa de Oliveira e Gilberto Sousa Santos) e a Unigrãos (de Marcelo Dalvan Veloso e Maisa de Carvalho Silva) possuem sede em Luís Eduardo Magalhães, no oeste baiano.

Os nomes dos presos e os locais onde ocorreram as buscas e apreensões não foram divulgados. No estado alagoano, a C.R. da Silva Cereais tem sede na cidade de Taquarana. Segundo cadastro na Receita Federal, a empresa tem como sócio-administrador Cristiano Ricardo da Silva.

Entre outras empresas procuradas pela reportagem do Correio, somente a Ceolin respondeu. Sócia-administradora da empresa, Leoni Maria Ceolin Vieira disse que “esse assunto nos pegou de surpresa e isso não é verdadeiro”.

“Nossa empresa tem 45 anos de atividade e somos uma empresa que nunca deixou de pagar tributos. Temos mais de 300 funcionários, estamos na Bahia há mais de 30 anos. Somos um exemplo de pioneirismo no oeste baiano”, afirmou.

“Estamos tomando as providências para esclarecer os fatos. Nunca na vida aconteceu um assunto desses, nunca fizemos nada que não seja determinado pela lei. Se alguma coisa aconteceu e houve o envolvimento, não houve participação nossa. Estamos focados nisso e vamos esclarecer. Somos uma empresa familiar, de oito irmãos, só o que nós sabemos fazer é trabalhar”, disse ela.

Procurada para comentar o caso, a Associação de Produtores e Irrigantes da Bahia (Aiba) informou que precisava verificar melhor o assunto para emitir um comunicado, o que deve ser feito nesta sexta-feira (13).

 

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