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A queima de arquivo no caso Marielle começou há tempos

18/03/2019

O clonador morreu para proteger os mandantes.

De Juliana Rodrigues para o Metro1

A Delegacia de Homicídios (DH) do Rio de Janeiro investiga se o suspeito de ter clonado o veículo usado no assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes foi executado como queima de arquivo.

Segundo o inquérito da Polícia Civil, Lucas do Prado Nascimento da Silva, conhecido como Todynho, foi o responsável pelas alterações feitas no Cobalt prata usado pelos suspeitos no dia 14 de março de 2018.

Menos de um mês depois do assassinato, no dia 3 de abril, quando já se tentava identificar onde estava o veículo e quem teria sido responsável pela clonagem, Todynho foi morto. Ele teria sido executado no momento em que fazia a entrega de outro carro, também clonado, na Zona Oeste.

Os policiais realizam buscas por Antônio Carlos Lima da Silva, o Nem Queimadinho, que teria ajudado Todynho no serviço.

Antônio Carlos tem contra ele um mandado de prisão expedido pela Vara Criminal da Comarca de Magé, pelos crimes de receptação e adulteração de sinal identificador de veículo. Ele é considerado foragido da Justiça.

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