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Retirada do lixão foi o tema da sessão de hoje da Câmara Municipal de LEM

30/10/2018

Elton: cabelinho modernoso e lamentos pela situação financeira do Município. Imagens do vídeo ao vivo da Câmara.

Os vereadores reunidos hoje em sessão ordinária comentaram a manifestação de moradores dos loteamentos da Zona Norte da cidade que bloquearam o acesso de caminhões de lixo ao lixão da cidade.

O presidente da Casa, Reinildo Neri, chegou a dizer que “se não acharmos o local para o aterro sanitário, teremos sérios problemas.”

Ele pediu até que os agricultores que entraram com ação na Justiça tivessem um mínimo de compreensão e permitissem a instalação do aterro sanitário na proximidade de suas terras. Ao final da sessão, falou direto aos moradores da ZN: “continuem seu protesto”.

Kenni Henke afirmou, por seu turno, que “os moradores estão corretos em bloquear o lixão”.

– É um grande problema que foi tratado como brincadeira. O Prefeito usou a retirada do lixão em até 90 dias sem ter conhecimento de causa sobre o assunto e isso iludiu os eleitores.”

Mais adiante advertiu o Prefeito: “Não incite as pessoas a chegar ao seu limite”.

E asseverou:

“Sinalização das ruas, faixas de pedestre elevadas, lixão, canal do Rio dos Cachorros são assuntos prioritários. Depois disso pronto, podemos conversar sobre o empréstimo de R$40 milhões pedido à Caixa”.

Nei Vilares foi mais longe em sua manifestação à tribuna:

-O Prefeito tratou o movimento como teatro e como palanque eleitoral. Eu pergunto: “aquela catinga, aquelas moscas, aqueles urubus são teatro? Milhares de toneladas de lixo são teatro e palanque político? Político, prefeito e vereadores, são funcionários públicos, pagos pelo contribuinte. Nenhum vereador foi ao lixão fazer palanque eleitoral, foi fazer suas obrigação de funcionário público”.

Filipe Fernandes: isso é crime ambiental.

Filipe Fernandes também não gostou de uma expressão do Prefeito, em nota nas mídias sociais, dizendo que não tem tempo para questiúnculas eleitoreiras, porque tem que trabalhar muito. “Isso é crime ambiental”, disse. E perguntou:

– Se o Prefeito trabalha muito, temos que saber em que município ele trabalha. Porque aqui em Luís Eduardo Magalhães é que não é.”

Elton Almeida, a bordo de um instigante penteado sertanejo, defendeu o Prefeito, afirmando que ele não tem dinheiro para custear a obra do aterro sanitário:

-Essa obra custaria R$4 milhões e não sobra dinheiro pra isso.

Elton esqueceu que o município recebe cerca de R$24 milhões de arrecadação mensalmente, como o próprio Prefeito anunciou em sua campanha, “um milhão por dia”. E que a arrecadação de uma semana seria suficiente para fazer a obra. Ele está preparando os espíritos para a autorização do empréstimo de R$40 milhões.

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