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O Estado e a ORCRIM abandonaram o Brasil em proveito do Sr. Mercado.

14/01/2018

Renault: pragmático

Por Carlos Alberto Reis Sampaio

No clássico do cinema “Casablanca”, o chefe da polícia, Renault, profere uma frase emblemática depois de cada atentado terrorista:

– Prendam os suspeitos de sempre.

Depois da pantomima do impeachment de Dilma Rousseff, em que os bandidos julgaram a mocinha, levando-a à forca, a organização criminosa está a serviço do Senhor Mercado, em especial dos fundos abutres que vêm à Colônia buscar rendimentos, que nos Estados Unidos estão beirando o zero.

A principal vítima são sempre os cofres públicos, que hoje pagam mais de meio trilhão de reais de juros da dívida. Sem prejuízo da ação de apanhar mais um trocado na privatização da previdência e da saúde.

O Governo das Temeridades apertou o agronegócio – veja o recente veto de Temer à redução das multas do FUNRURAL; acabou com indústria, que caiu sua participação no PIB de 35 para 12%; lançou às calendas a Ciência e a Tecnologia; abandonou a segurança e a Saúde; e está reduzindo violentamente a prestação de assistência social através do Programa Bolsa Família e do Minha Casa, Minha Vida.

Ganharam os patos da avenida Paulista: quando o petróleo estava a US$120 dólares o barril, pagavam R$2,70 no litro da gasolina. Hoje, com o petróleo a US$50,00, pagam R$4,50 pelo mesmo litrinho.

A ORCRIM manobra perigosamente 24 horas por dia e tem em seu serviço juízes togados; o mesmo congresso, composto pelos mesmos palhaços, e a patuleia desvairada em debate, sem senso, com seu analfabetismo funcional, na condição de inocentes úteis.

Em tempos de vacina fracionada contra a febre amarela, dos espetaculares déficits do Governo da Temeridade, estamos à beira da convulsão social.

A nossa esperança reside apenas no fato macabro de que toda convulsão social é autofágica. Perecerão primeiro os líderes dessa grande avalanche de merda que assola o País. Enquanto isso, que se prendam os suspeitos de sempre, desde, claro, que pertençam à Oposição.

Os membros da ORCRIM permanecem insuspeitos, com suas “corridinhas” a bordo de malas de dinheiro e de afirmações tão incriminatórias como “temos que manter isso” e “tem que ser um que a gente mate antes de delatar”.

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