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A política, essa nossa porção diária de merda fedorenta!

27/09/2017

Maia, o bonitinho da Lapa, contra a Bahia

Apátrida em estado natural

Arthur Maia (PPS), deputado federal pela região de Bom Jesus da Lapa, afirmou ao prefeito de Lapão, Ricardo Rodrigues (PSD), que romperia com Michel Temer se ele liberasse o tão falado empréstimo de 200 milhões de dólares para o Estado da Bahia.

O PPS é presidido por Roberto Freire, outra velha raposa peluda da política brasileira. Anotem esse nome: Arthur Maia. As eleições de outubro de 2018 acontecem daqui a um ano.

A blindagem do golpista acabou?

Líderes dos partidores discutem a possibilidade de colocar em votação, o mais rápido possível, a decisão do Supremo Tribunal de Federal (STF) de afastar e determinar o recolhimento noturno do senador Aécio Neves (PSDB), segundo o jornal O Globo.

De acordo com a publicação, o caso precisa ser apreciado pelo plenário em até 24 horas a partir da notificação do Senado. Aécio chegou a participar, nesta terça-feira (26), da votação da criação do fundo eleitoral no plenário até ser comunicado da decisão do STF.

Ciro, o crente

Ciro Gomes não transige com ninguém. E isso pode ser capital para a decolagem da sua candidatura. Ontem, disse que vai revogar todas as reformas aprovadas no Governo Temer, no caso de ser eleito.

– São ilegítimas, disse Ciro.

Afundou-se mais ainda: disse que vai expropriar todos os campos de petróleo vendidos por uma ninharia para as multinacionais pelos entreguistas da Petrobras.

Está selando o seu destino, voltando contra si as armas mais pesadas dos patrões da CIA e acreditando no insondável discernimento do eleitor brasileiro.

O Brasil não está preparado para ter um presidente de verdade, nacionalista, justo e sem papas na língua.

Dinheiro público

Enquanto se lia na Câmara a denúncia contra Temer, ele apregoava no Planalto um programa de 3 bilhões de reais para formação profissional de brasileiros pobres.

Mas a sua eminência parda, Romero Jucá, defendia com naturalidade outros 3 bilhões em fundo partidário e renuncia fiscal para emissoras de rádio e televisão fazerem a propaganda política que ninguém ouve ou vê.

A despreocupação – ou nonchalance – com que se trata o dinheiro público é de arrepiar os pelos pubianos da madre superiora e causar pensamentos eróticos no mais singelo e velho cura da igreja do bairro.

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