Skip to content

Pastor preso por estuprar jovem lésbica como ‘cura gay’ está solto em Pernambuco

05/08/2017

Um líder religioso acusado de estupro a uma jovem integrante da Igreja Batista de Rio Doce, em Olinda, Pernambuco – que estava preso preventivamente desde o último dia 17 de julho – conquistou sua liberdade na última quarta-feira (2), graças a uma liminar.

Um líder religioso acusado de estupro a uma jovem integrante da Igreja Batista de Rio Doce, em Olinda, Pernambuco – que estava preso preventivamente desde o último dia 17 de julho – conquistou sua liberdade na última quarta-feira (2), graças a uma liminar.

Sua saída da prisão foi marcada por diversos protestos de entidades civis, que pedem a revogação de tal decisão judicial. Em contraponto, em sua visita ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE), nesta sexta-feira (4), a vítima do estupro se declara perseguida pelos fiéis da igreja, que defendem o religioso. 

O crime aconteceu em dezembro de 2015. No entanto, a vítima só contou a alguém a respeito da violência sexual quando, em uma conversa com uma amiga, em 2016, soube que ela não era a única vítima do agressor. 

Em março de 2016, a jovem contou o acontecido para seu pais e, em setembro do mesmo ano, MPPE recebeu os autos da Polícia Civil com indiciamento por estupro e fez a denúncia contra o acusado. 

Segundo a vítima, o líder religioso foi até a casa dela sob o pretexto de chamá-la de volta às atividades de culto, das quais ela havia se afastado. Ele alegava que havia o burburinho de que ela estaria de namoro com outra mulher.

Na ocasião, os dois estavam sozinhos na casa e o acusado teria pedido para ir ao banheiro. De lá, ele teria saído nu e com o pênis ereto, inclusive usando preservativo. O homem arrastou-a para o quarto e a violentou, alegando que o estupro seria “para ela começar a gostar de homem”. A moça lutou muito e conseguiu, ao menos, evitar a penetração.

Nesta sexta-feira, ela compareceu acompanhada de seus pais à Sede das Promotorias do MPPE. Lá, a jovem se reuniu com a promotora de Justiça Henriqueta de Belli e advogados da Organização Não Governamental (ONG) Gestos e do Instituto Boa Vista para relatar o caso e entregar uma declaração de acompanhamento psicológico, que será anexada aos autos do processo.

Fonte: Último Segundo – iG 

No comments yet

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: