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A vitória de Pirro de Temer: ganhará as reformas, perderá o Governo

11/07/2017

O plenário vazio e as senadoras da Oposição ocupando a Mesa Diretora.

O plenário do Senado aprovou na noite desta terça-feira (11) o texto principal da Reforma Trabalhista.

O placar foi de 50 votos a favor, 26 contrários e uma abstenção. Agora, serão analisados pelos senadores emendas e destaques da proposta, que são sugestões de mudanças em relação ao texto principal.

A votação ocorreu em uma sessão tensa, que foi suspensa por volta de 12h10, após senadoras da oposição ocuparem a mesa do presidente Eunício Oliveira (PMDB-CE). Com isso, o peemedebista ordenou o desligamento da energia elétrica do local, o que deixou o plenário durante horas sem luz.

A sessão foi reaberta horas depois, após um acordo com as senadoras.

Veja quem votou a favor da redução dos direitos trabalhistas e depois os resistentes que votaram contra, entre eles os senadores baianos Otto Alencar e Lídice da Matta.

Confira como votaram os senadores:

A favor da reforma

Aécio Neves (PSDB-MG)

Ana Amélia (PP-RS)

Antonio Anastasia (PSDB-MG)

Airton Sandoval (PMDB-SP)

Armando Monteiro (PTB-PE)

Ataídes Oliveira (PSDB-TO)

Benedito de Lira (PP-AL)

Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)

Cidinho Santos (PR-MT)

Ciro Nogueira (PP-PI)

Cristovam Buarque (PPS-DF)

Dalirio Beber (PSDB-SC)

Dário Berger (PMDB-SC)

Davi Alcolumbre (DEM-AP)

Edison Lobão (PMDB-MA)

Eduardo Lopes (PRB-RJ)

Elmano Férrer (PMDB-PI)

Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE)

Flexa Ribeiro (PSDB-PA)

Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN)

Gladson Cameli (PP-AC)

Ivo Cassol (PP-RO)

Jader Barbalho (PMDB-PA)

João Alberto Souza (PMDB-MA)

José Agripino (DEM-RN)

José Maranhão (PMDB-PB)

José Medeiros (PSD-MT)

José Serra (PSDB-SP)

Lasier Martins (PSD-RS)

Magno Malta (PR-ES)

Marta Suplicy (PMDB-SP)

Omar Aziz (PSD-AM)

Paulo Bauer (PSDB-SC)

Pedro Chaves (PSC-MS)

Raimundo Lira (PMDB-PB)

Ricardo Ferraço (PSDB-ES)

Roberto Muniz (PP-BA)

Roberto Rocha (PSB-MA)

Romero Jucá (PMDB-RR)

Ronaldo Caiado (DEM-GO)

Rose de Freitas (PMDB-ES)

Sérgio Petecão (PSD-AC)

Simone Tebet (PMDB-MS)

Tasso Jereissati (PSDB-CE)

Valdir Raupp (PMDB-RO)

Vicentinho Alves (PR-TO)

Waldemir Moka (PMDB-MS)

Wellington Fagundes (PR-MT)

Wilder Morais (PP-GO)

Zeze Perrella (PMDB-MG)

 

Contra a reforma

Alvaro Dias (Podemos-PR)

Ângela Portela (PDT-RR)

Antonio Carlos Valadares (PSB-SE)

Eduardo Amorim (PSDB-SE)

Eduardo Braga (PMDB-AM)

Fátima Bezerra (PT-RN)

Fernando Collor (PTC-AL)

Gleisi Hoffmann (PT-PR)

Humberto Costa (PT-PE)

João Capiberibe (PSB-AP)

Jorge Viana (PT-AC)

José Pimentel (PT-CE)

Kátia Abreu (PMDB-TO)

Lídice da Mata (PSB-BA)

Lindbergh Farias (PT-RJ)

Otto Alencar (PSD-BA)

Paulo Paim (PT-RS)

Paulo Rocha (PT-PA)

Randolfe Rodrigues (Rede-AP)

Regina Sousa (PT-PI)

Reguffe (Sem partido-DF)

Renan Calheiros (PMDB-AL)

Roberto Requião (PMDB-PR)

Romário (Podemos-RJ)

Telmário Mota (PTB-RR)

Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM)

Abstenção

Lúcia Vânia (PSB-GO)

Ausentes

Acir Gurgacz (PDT-RO)

Hélio José (PMDB-DF)

Maria do Carmo Alves (DEM-SE)

2 Comentários leave one →
  1. 12/07/2017 11:46

    Estas senadoras (com s minusculo) até acho que tinham razão na reivindicação, porem, usurparam o poder e devem ser punidas para que se justifique o ato, mesmo porque, elas só queriam aparecer, pois ja havia acerto para a retirada do artigo solicitado, e isso, certamente beneficiou a votação. Creio que o Conselho de Ética deva puni-las exemplarmente. Mas, enfim, a Reforma tão sonhada pelo Brasil se fez após meio século de mudanças que já estão em vigor. Parabens pela tomada de decisão em favor do Brasil e não de interesses escusos do sindicalismo. Vamos aguardar a Reforma da Previdência, necessária e urgente. Deveriam os incautos e contrários ao menos lerem as Reformas, ao menos isto se faz necessário para a compreensão e não a opinião da midia e tendências politicas.

  2. Lobo permalink
    12/07/2017 13:13

    Deveria-se antes é entender o que compõe a Seguridade Social, inclusive com sua fontes de receitas, e principalmente entender mecanismos como desvinculação de receitas pela União, apropriação da parte patronal, benefícios fiscais, divida ativa previdenciária, e algumas outras coisa antes de se falar em deficit que não existe e defender reforma para garantir outras pagamentos de juros que já levam quase 50% do orçamento.
    Deveria-se entender por que nenhum governo, repito: nenhum governo, cumpriu o que diz a Constituição e criou um orçamento próprio da Seguridade Social, apartado do orçamento geral, o que mostraria claramente onde está o problema, conforme já citado alguns e impediria o governo de usar um dinheiro que não é dele para tudo, inclusive para beneficiar grandes empresários.

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