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Barreiras: Secretária de Educação fala da precariedade nas escolas da zona rural

03/03/2017
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Nas fotos acima e abaixo, aquilo que a gestão Antonio Henrique convencionou chamar de escolas.
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As imagens dispensam até o texto da matéria
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O Secretário de Educação de Antonio Henrique também poderia falar porque não foi possível a construção de uma verdadeira escola neste local.
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 Lonas, sacos de adubo abertos e costurados, madeirit, esteios de madeira do cerrado sem aberturas adequadas para ventilação. Quem aguentaria ficar embaixo dessas telhas de amianto nas horas de calor?
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A Secretária de Educação, Cultura e Lazer, Cátia Alencar, concedeu entrevista ao programa Visão Política nesta sexta-feira, 03/03, na Rádio Vale do Rio Grande e falou sobre a implantação do Projeto Escolas Núcleos e a desativação temporária de escolas na zona rural.
 
Durante a entrevista, a secretária esclareceu que no levantamento dos técnicos da SME, a rede de ensino municipal apresenta 28 escolas com classes multisseriadas na zona rural, concentrando alunos da educação infantil e ensino fundamental 1º ao 5º ano, acomodadas em pequenas salas de aulas, com espaço físico precário, sem carteiras, com iluminação deficiente e algumas não possuem sequer piso ou telhamento.
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Segundo a secretária, esta situação de calamidade, que a atual administração vem enfrentando com coragem, é resultado de anos de descaso com o ensino público no município:
É inadmissível termos em funcionamento uma escola como a Escola 1º de Maio, no Acampamento Zé Barreto no km 34. Ali encontramos uma pequena sala improvisada com restos de madeira e lona, sem piso, sem água encanada e atende 16 alunos, que estudam do 1º ao 5º ano no turno matutino. Agora, esses alunos serão assistidos pela escola núcleo Manoel Rocha Filho no km 30”.
Questionada pelo apresentador Hailton Pereira sobre a contestação de um grupo de pais, com relação à proposta da desativação temporária de algumas unidades escolares, Cátia disse que toda mudança gera resistência, mas que o governo não pode admitir que as crianças continuem sendo penalizadas no sagrado direito a educação.
“Precisamos entender, que não dá pra ‘fazer de conta’ com a educação. Ambiente escolar é um fator de transformação na vida destas crianças, por isso, estamos propondo melhoria qualitativa no ensino municipal”. Imagens e conteúdo da 
Além das chamadas verbas carimbadas do FUNDEB, que devem ser aplicadas exclusivamente na Educação, cada Prefeitura é obrigada, por força de lei, a aplicar 25% da sua arrecadação no setor. Como a gestão de Antonio Henrique deixou uma escola nesse estado. Isso pode ser classificado, mesmo para um leigo como este Editor, como crime de lesa pátria.
Para uma Prefeitura que arrecadava, no ano que passou, entre verbas carimbadas, recursos livres e tributos diversos importâncias próximas dos R$250 milhões por mês, uma desatenção criminosa com os pequenos estudantes.
Só no ano de 2016, Barreiras recebeu mais de 68 milhões de reais de verbas do FUNDEB, que devem ser destinados à manutenção de escolas, merenda escolar, pagamento dos professores, formação de mestres e transporte de alunos.
Com 1% dessa verba, R$680.000,00, Antônio Henrique poderia fazer duas ou três pequenas escolas de luxo na zona rural. Mas aí entram todos aqueles entraves que conhecemos.
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One Comment leave one →
  1. Zé Ginaldo permalink
    03/03/2017 17:07

    Sempre achei melhor a escola que a não escola.
    feio tá, mas daí a parar ou atrasar…

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