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Temer entregará maior patrimônio brasileiro em terra firme às multinacionais

07/10/2016

aquiferoO aquífero Guarani tem 84 mil km² e a água depositada nele daria para abastecer toda a população brasileira atual por 2.500 anos, sem prejuízo dos habitantes do Paraguai, Uruguai e Argentina.

Agora, o Governo Temer vai transferir o seu domínio à Coca-Cola ou à Nestlé. Quem tiver um poço artesiano no pátio da sua casa ou na sua fazendinha vai ter que pagar a água para as multinacionais. E os brasileiros permanecem impávidos, com a doação do seu colosso.

4 Comentários leave one →
  1. O Observador permalink
    07/10/2016 21:35

    A que ponto você chegou heim Sampaio! Propagar boatos como se verdade fossem é a coisa mais feia que um jornalista se presta a fazer! Notícias sem a fonte, sem checar a veracidade é muito temerário! Já te sugeri despir da paixão ideológica para reportar algo e noticiar! Vais perder a credibilidade.

    Nota da Redação:

    Veja o link a seguir. Foi publicado por uma respeitada universidade.

    http://www.ihu.unisinos.br/noticias/534320-presidente-da-nestle-preve-a-privatizacao-contra-o-direito-a-agua

    Então dê uma olhada nisto, incrédulo:
    Roberto Malvezzi, via Outras Palavras em 18/11/2015

    Esses dias fui entrevistado pela Folha de S.Paulo sobre uma nova investida da Agência Nacional de Águas para a criação do “mercado de outorga de águas”. O assunto é antigo e, vez em quando, se mexe no túmulo.

    A proposta vem do Banco Mundial e FMI para a criação do mercado de águas como a melhor forma de gerir a crescente crise hídrica global. Como no Brasil a água é um bem da União (Constituição de 1988) ou um bem público (conforme a Lei 9.433/97), ela não pode ser privatizada, nem mercantilizada.

    Acontece que há tempos o grupo que representa o pensamento dessas instituições internacionais no Brasil – e das multinacionais da água – busca brechas na lei para criar o mercado de águas, pelo mecanismo de compra e venda de outorgas. Já que a água não pode ser um bem privado, então busca-se criar o mercado das outorgas (quantidades de água concedidas pelo Estado a um determinado usuário), para que possam ser vendidas de um usuário para outro.

    Hoje, o mercado de outorgas é impossível. Quando um usuário que obteve uma outorga não utiliza a água demandada, ela volta ao poder do Estado. Não pode ser transferida para outro usuário, muito menos ser vendida. A finalidade é óbvia: evitar que se crie especulação financeira em torno de um bem público e essencial, evitando a compra e venda de reservas de água.

    A lei já tem uma aberração, que é a outorga preventiva. Uma empresa pode reservar para si um determinado volume de água até que seu empreendimento possa ser implantado. Essa outorga preventiva pode ser renovada mesmo quando o prazo expirou sem que nenhuma gota d’água tenha sido utilizada.

    Onde o mercado de águas – sob todas as formas – foi criado o fracasso foi mortal, literalmente. Na Bolívia gerou a guerra da água, na França, depois de alguns anos, o serviço voltou ao controle público. Assim em tantas partes do mundo. Mas o Brasil é tardio e colonizado. Muitos de nossos agentes públicos também o são.

    Pela nossa legislação existe uma ética no uso da água, isto é, em caso de escassez a prioridade é o abastecimento humano e a dessedentação dos animais. Portanto, prioridades como essas, estabelecidas em lei, não podem ser substituídas pelo mercado. Em momentos críticos como esse, exige-se intervenção do Estado através do organismo competente para determinar a prevalência das prioridades sobre os demais usos.

    Porém, se as regras forem mudadas para que passe a prevalecer o mercado, uma empresa de abastecimento de água, para ganhar dinheiro, poderá vender sua outorga – total ou parcialmente – para outra companhia: de irrigação, por exemplo. Nesse caso, sacrificaria as pessoas em função do lucro e da empresa que pode pagar mais pela água.

    Portanto, não é só uma questão legal. É, antes de tudo, ética, humanitária e protetora dos direitos dos animais. A proposta inverte a ordem natural e dos valores, colocando o mercado como senhor absoluto da situação, exatamente em momentos de escassez gritante.

    É sintomático que essas observações feitas à Folha de S.Paulo não tenham sido publicadas. Apareceram apenas as vozes dos defensores do mercado de águas.

    • O observador permalink
      08/10/2016 13:32

      Pelo pensamento acima exposto…um agricultor pode muito bem puxar água de qualquer recurso hídrico e vender! Regulamentar as outorgas não quer dizer privatizar a água…Se for assim a embasa que tem a outorga não poderia “vender” a água para os consumidores! Se essa notícia fosse séria…com certeza estava em circulação nos grandes veículos de comunicação do País! Sampaio…a água não pode ser privatizada pois é bem de todos! Tais medidas que vc está alardeando não passariam pelo crivo do STF fácil fácil!

  2. ivaldoAlves permalink
    08/10/2016 8:12

    É por isso que os militares não concordavam, esses tipos de fofocas!!

  3. joaõ francisco mesquita rosaj permalink
    17/10/2016 19:42

    ALELUIA, ALELUIA, diriam os irmãos evangélicos, mal sabem eles que atitudes e atos deliberados de nossos queridos governantes sobre as riquezas de nosso sub_solo estão sendo negociados ou trocados com a iniciativa privada em troca de fiscalização e exploraçaõ desses recursos hídricos valiosos , ainda inexplorados , que servirão de recurso a nossa agricultura e sobrevivência para nosso povo, num futuro próximo, dependemos da ÁGUA, como a alma depende de DEUS, nossa vida sem o combustível do corpo seria a extinção da nossa espécie, a aniquilação da raça humana, o fim que um belo começo despertou, futuras gerações, mantendo nossa eternidade para a glória do PAI!

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