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Hoje Rally dos Sertões se despede de Goiás e chega a Luís Eduardo Magalhães

07/09/2016
Foto Marcelo Machado

Foto Marcelo Machado

Em um dia longo no Rally dos Sertões, com mais de 640 quilômetros, a Equipe Mitsubishi Ralliart Brasil, com Guilherme Spinelli e Youssef Haddad, marcou o terceiro melhor tempo da prova. Depois de enfrentarem dois pneus furados no primeiro dia e os problemas com os fixadores das rodas no segundo, hoje foi um dia para comemorar.

“Foi mais uma etapa positiva e os acertos que vínhamos buscando deram certo”, comemora Guiga. “Mexemos na regulagem da suspensão minutos antes da largada e deu resultado. Modificamos mais um pouco no ponto de abastecimento e melhorou ainda mais. Viemos em um ritmo bom a especial inteira. Foi longa como a de ontem, mas não tão difícil, nem exigente”, completa o piloto. A dupla subiu na classificação geral, ocupando agora o quinto lugar.

A prova de hoje foi muito técnica com estradas sinuosas, muitas erosões e depressões. A prova também passou por uma região montanhosa, com muitas subidas e descidas fortes e trechos de trial.

“O carro foi muito bem, as alterações diárias estão surtindo efeito e isso dá confiança para os dias seguintes. A especial foi bem completa, muito característica do que é o Rally dos Sertões, passando por estradinha secundária. Víamos umas casinhas no meio do nada, em lugares que nunca se imagina que more alguém”, descreve Youssef. “Amanheci um pouco mal e fomos obrigados a parar em função disso. Depois consegui voltar e, no abastecimento, pude me hidratar mais, melhorando na segunda parte. Uma pena perder um tempo importante em função disso”, explica o navegador.

Nesta quarta-feira, 7 de setembro, o rali se despede do Estado de Goiás e entra na Bahia, para depois seguir rumo à reta final no Tocantins.

07/09 – Etapa 4 – Posse (GO) / Luís Eduardo Magalhães (BA)
Deslocamento inicial: 14,62 km
Trecho especial: 361,94 km
Deslocamento final: 183,59 km
Total do dia: 560,15 km

O Rally dos Sertões deixa o estado de Goiás e entra na Bahia nesta quarta-feira. A especial será completamente diferente das anteriores, com longas retas em áreas agrícolas de altíssima velocidade e muita navegação. A expectativa é que se registre as maiores velocidades da prova. O piso predominante é a piçarra. Porém, há longos trechos sinuosos e com areia. Segue assim até o seu último quarto, quando voltam as longas retas, com muitas lombas e depressões.

“Amanhã será um dia de alívio, apesar de ser longo. Promete ser um dia muito rápido para nos preparamos para o Jalapão. O rali vem cumprindo o que prometeu e não me lembro do Sertões ter três dias seguidos nesse nível. Escolheram bem o percurso”, descreve Youssef.

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