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Compradores asiáticos conhecem produção de algodão da Bahia

06/09/2016

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Missão compradores na Fazenda Busato I

Realizada pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), o estado da Bahia, recebeu entre os dias 31 de agosto e 01 de setembro, a Missão Compradores 2016, que com o objetivo promover o algodão brasileiro para o mercado externo, evidenciando suas características de rastreabilidade, qualidade e sustentabilidade. Composta por 11 representantes de empresas asiáticas grandes consumidoras de algodão, a Missão passou pelos três maiores estados produtores de algodão do Brasil: Mato Grosso, Bahia e Goiás.

Na Bahia, os asiáticos visitaram fazendas e algodoeiras que representam a cotonicultura baiana e conheceram o Centro de Análises de Fibras da Abapa, localizado em Luis Eduardo Magalhães. “O mercado asiático é muito importante para o algodão brasileiro. Essa é uma grande iniciativa que com certeza essa trará grandes resultados para a cultura do algodão no país. Temos um produto de alta qualidade e essa oportunidade de poder mostrar o nosso processo de produção é uma forma de gerar credibilidade ao mercado”, disse o presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Celestino Zanella.

Vindos da Bangladesh, China, Coreia do Sul, Índia, Tailândia e Vietnam, as empresas representam um potencial de compra equivalente a mais de 70% de toda a exportação brasileira de algodão em um ano. Já os países representados por esses compradores estão entre os 10 maiores importadores desta commodity do Brasil, e responderam, em 2015, por quase 50% da exportação nacional da fibra. “As missões de compradores ao Brasil têm se mostrado uma excelente estratégia de aproximação e desenvolvimento de negócios e será especialmente importante nesta safra que tem previsão de superar em 19% o volume de exportação em relação à safra anterior”, afirma o presidente da Abrapa, João Carlos Jacobsen.

Para o gerente de compras, da Mars Textile, de Bangladesh, Rezwan Sadat, o algodão brasileiro tem melhorado muito a qualidade e a tendência é aumentar cada vez mais o consumo. “Nos últimos dez anos, tínhamos comprado cerca de 2 mil toneladas de algodão brasileiro. Mas, nesse ano, aumentamos o consumo e compramos cerca de 6 mil toneladas. Temos percebido que a fiabilidade e o comprimento melhoraram bastante e o índice de fibras curtas diminuiu, isso quer dizer que houve um avanço na qualidade”, disse Rezwan Sadat, que também ressaltou sobre a importância de conhecer a produção pessoalmente. “Essa é a primeira vez que venho ao Brasil e está sendo uma grande oportunidade de ver com meus próprios olhos todo o cuidado que os produtores tem durante o processo de produção”, ressaltou.

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