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Rally dos Sertões pegou região serrana com muita curva e pouca reta

04/09/2016
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Goiânia>Padre Bernardo: muita serra e curva.

O primeiro dia já mostrou que esse Sertões não será fácil. Em uma especial relativamente curta, com 111 quilômetros, muitos desafios em um etapa dura e bem técnica. “Foi uma etapa muito técnica, com baixa média de velocidade. Não tinha uma reta de 200m para respirar. Forçou muito o carro, mas foi um dia bom para ser o primeiro”, disse Youssef.
De Goiânia a Padre Bernardo, o trecho teve muitas subidas e descidas por uma região montanhosa, além de estradas estreitas e sinuosas, com abismos dos dois lados. O forte calor da região e a poeira contribuíram para deixar o dia ainda mais cansativo.
“Foi muito prazerosa, bem sinuosa, com montanhas o tempo inteiro. Estava bem escorregadia e estreita em muitos trechos. Para começar o rali, foi uma especial bem exigente”, afirma Guiga Spinelli, da equipe Raliart/Mitsubishi.
Ainda em Goiânia, a dupla realizou algumas simulações de trocas de pneus, justamente para estar afinada quando isso acontecer. Mesmo em situações adversas, como a poeira e o solo com pedras, eles realizam a troca de um pneu em cerca de dois minutos e meio.
05/09 – Etapa 2 – Padre Bernardo (GO) / Cavalcante (GO)
Deslocamento inicial: 34,27 km
Trecho especial: 374,84 km
Deslocamento final: 9,19 km
Total do dia: 418,3 quilômetros
A especial desta segunda-feira (5) terá início próximo a Mimoso de Goiás e será uma das mais técnicas e duras de todos os tempos.
“A organização promete que será um dia completo, um dos mais exigentes da história. Acredito que deva ser o pior dia da edição deste ano. São 380 km em uma região de muitas pedras e erosões, além de duas passagens em rios. Sem dúvida, será um dos dias mais importantes desta edição”, comenta Youssef.
A largada será em zona agrícola, com longas retas e a competição segue por estradas de fazendas bem estreitas, sinuosas e com muitas lombas e lombadas. A prova continua por uma região montanhosa, com muitas pedras, lajes e zonas de trial com grandes erosões. A prova fica mais rápida e com todos os tipos de terreno (cascalho, piçarra, pedras grandes e lajes), alternando trechos de média e baixa velocidade. No último quarto da especial, a prova fica bem veloz, seguindo assim até a última descida de serra, próximo a Cavalcante.

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