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Tenente afastado da 86ª CIPM terá definida hoje a sua reintegração ao comando

02/08/2016
Fabinho

A prisão do capanga de Jabes Junior, na foto, gerou toda a polêmica, que acabou afastando o Tenente PM do seu comando. Uma semana antes, Jabes e seus companheiros, vindos de uma festa no Piauí, entraram na cidade dando tiros para cima e foram encostados em um muro e revistados pelo Tenente.

O comandante da 86ª Companhia Independente de Polícia Militar, sediada em Formosa do Rio Preto, tenente Sullivan, informou hoje à imprensa de Salvador, que o seu destino pode ser resolvido nesta terça-feira, depois de uma entrevista com o Comando Regional do Oeste.

Sullivan foi afastado do cargo depois de prender um capanga do prefeito Jabes Júnior, armado com um revólver sem procedência definida.

No mesmo dia, depois de uma queixa da advogada da Prefeitura na OAB, o tenente foi afastado do seu comando.

Associações militares se manifestaram contrárias à decisão do Comando. A Associação de Policiais e Bombeiros Militares do Estado da Bahia (Aspra) e Força Invicta, ligada a  oficiais da PM, condenaram o ato em nota.

Nota da ASPRA

Fiel às suas diretrizes e princípios, vem a público emitir nota de repúdio contra o ato de transferência do honrado policial militar SULIVAN.

Onde aquele veio a ser transferido  de sua respectiva CIPM, localizada na cidade de Formosa do Rio Preto, faroeste baiano, pois, predomina o coronelismo, prática medieval, tempo obscuro.

Ao passo,   o deslocamento se deu pelo fato de uma simples abordagem policial, honrando seu dever de ofício, qual seja Garantia da Ordem Pública.

 Tal fato, originou-se  quando um elemento daquela cidade, foi encontrado com uma arma de fogo, sabe-se , que o mesmo e ligado ao prefeito, o veio a contrariar.

Ressalta-se que todo ato administrativo deve ser motivado, bem como, deve estar presente o verdadeiro motivo da transferência repentina. Na ausência destes requisitos, o ato torna-se totalmente ilegal.

Tempo em curso, a PMBA, não deve ceder aos caprichos de alguns gestores no sentido de proporcionarem a forma de atuação da PM.

Diante dessa fieira de condutas inapropriadas, a ASPRA solidariza-se com o policial militar Sulivan, que a urbanidade seja restabelecida, volte atuar na sua respectiva CIPM.

ASPRA- Justiça e Liberdade

 

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