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Estatística macabra: Bahia só perde para Minas em mortes nas estradas

12/07/2016

Acidente-Grave

Do G1.Bahia

A Bahia foi o segundo estado do país onde mais morreram pessoas em acidentes nas rodovias federais em 2015, de acordo com uma pesquisa baseada em dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Ao todo, 641 pessoas morreram no ano passado nos trechos que cortam o estado — o que corresponde a sete mortes a cada quatro dias.

Excesso de velocidade, ultrapassagens proibidas e a combinação entre álcool e direção são as principais causas de acidentes, conforme o órgão de trânsito. Em todo o Brasil, em 2015, foram registrados 122.007 acidentes nas rodovias federais, com 90.110 feridos e 6.859 mortes. A média é de 20 mortes por dia em todo o território nacional.

LEM: mais uma morte

Hoje à tarde, um motociclista pereceu na BR 020, engrossando as estatísticas de morte. O acidente ocorreu na saída para Brasília, quando o piloto da moto chocou-se com uma carreta carregada de milho, depois de invadir a pista contrária. O corpo foi recolhido pelo Instituto Médico Legal, que periciou o local.

Os números da Bahia só ficam atrás dos registrados no estado de Minas Gerais, que lidera o ranking com 961 mortes em 2015.

De acordo com a PRF, a extensa malha rodoviária federal da Bahia (11 mil quilômetros, ao todo) contribui para o alto número de mortes. A BR-324 concentra o maior número de acidentes. Um dos trechos considerados mais perigosos fica perto da região da Jaqueira do Carneiro, em Salvador.

Já as BRs 101 e 116 registraram mais mortes, conforme a PRF, principalmente por causa da imprudência dos motoristas, que insistem em manobras arriscadas. O perigo maior, de acordo com o órgão, é nas áreas urbanas.

“A gente tem nesses perímetros pessoas que usam a rodovia por um trecho pequeno. Saem de casa para o trabalho e não percebem que estão ingressando numa rodovia onde se tem veículos de carga, pessoas que estão passando de outros estados e não conhecem as características da rodovia e daquele trecho específico”, destaca o inspetor da PRF Rafael Freire.

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