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Bahia: setor de serviços encolhe quase 18% em relação a novembro de 2014

18/01/2016

downloadDe acordo com os resultados da Pesquisa Mensal de Serviços, realizada pelo IBGE, o volume de serviços, em novembro de 2015, decresceu 17,9%, na comparação com novembro de 2014; o indicador acumulado no ano caiu 5,3%; já no indicador acumulado em 12 meses houve um arrefecimento de 3,8%.

Na mesma pesquisa, a receita nominal de serviços apontou, em novembro de 2015, o decrescimento de 12,2%, na comparação com novembro de 2014; o indicador acumulado no ano recuou 0,3%; e o indicador acumulado em 12 meses aumentou 1,1%. As informações foram analisadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan).

Análise setorial – O volume de serviços, quando comparado com o mesmo mês do ano anterior, apontou retração em todas as atividades, com destaque para Serviços profissionais, administrativos e complementares  que registrou a maior variação (-35,3%).

A receita nominal de serviços, quando comparado com o mesmo mês do ano anterior, sofreu queda em todas as atividades, exceto, a atividade de Serviços prestados às famílias que marcou expansão de 5,2%.

Os resultados acumulados no ano de 2015, para a receita nominal, indicam retração de 0,3%, em relação ao mesmo período de 2014. Nesta análise, as atividades de Outros serviços (-10,8%); Serviços profissionais, administrativos e complementares (-5,6%); e Serviços de informação e comunicação (-4,6%) foram às atividades que mais impulsionaram o indicador no período. Por outro lado, os Serviços de Transporte, serviços auxiliares aos transportes e correio, e Serviços prestados às famílias apontaram variações positivas de 6,3% e 6,4%, respectivamente.

Os resultados acumulados da receita nominal, nos últimos doze meses, ampliaram 1,1% em relação ao mesmo período de 2014. Nesta análise, a atividade de Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (7,3%) apresentou a maior expansão; seguido pelas atividades de Serviços prestados às famílias (6,8%). Em sentido oposto, Outros serviços; Serviços de informação e comunicação; e Serviços profissionais, administrativos e complementares decresceram 9,5%; 4,3% e 1,3%, respectivamente.

Análise regional – Dos dados do volume de serviços por Unidades da Federação, em novembro de 2015, na comparação com igual mês de 2014, apenas cinco Unidades da Federação apresentaram variações positivas, com destaque para Roraima (10,9%), Mato Grosso (5,9%), Rondônia (4,1%), Tocantins (2,4%), e Pará (0,5%). Por outro lado, as unidades que apontaram as maiores variações negativas no volume foram: Bahia (-17,9%), Amazonas (-15,0%) e Amapá (-14,7%).

Na mesma análise, as principais Unidades da Federação que ampliaram a receita nominal de serviços foram: Mato Grosso (13,7%), Roraima (10,7%), Rondônia (8,1%), Tocantins (5,3%), e Ceará (4,2%). Por outro lado, as Unidades que apontaram maiores variações negativas na receita foram: Amapá (-15,1%), Amazonas (-13,8%), Bahia (-12,2%), Maranhão (-8,0%) e Paraíba (-6,6%).

Análise regional das atividades turísticas – O volume das atividades turísticas, quando comparado com o mesmo mês do ano anterior, ampliou mais intensamente para o Distrito Federal (5,0%), Goiás (3,2%), Pernambuco (2,8%). Por outro lado, os principais impactos negativos vieram do Espírito Santo (-10,0%), Santa Catarina (-8,1%), Paraná (-6,2%), e Bahia (-5,7%).

A receita nominal das atividades turísticas, quando comparada com o mesmo mês do ano anterior, ampliou mais intensamente para a Bahia (4,5%), Rio de Janeiro (1,7%), e Goiás (0,3%). Em sentido oposto, o Espírito Santo (-5,8%), Santa Catarina (-5,8%), Paraná (-4,9%), e Ceará (-3,4%) puxaram o indicador para baixo.

2 Comentários leave one →
  1. O Observador permalink
    18/01/2016 16:06

    Prezado editor! Sempre venho prestigiar o seu blog, mas confesso que em algumas publicações eu fico um pouco assustado! No dia 20/05/2015 você mesmo publicou neste blog numa matéria intitulada de “Oh! Que delícia de crise: setor baiano de serviços cresce a taxas chinesas” nesta matéria você não fez nenhum comentário mas o seu título já ficava subentendido a sua crítica com relação as análise dos economistas de que o Brasil vivia e vive uma crise econômica gigantesca fruto da incompetência do Governo na condução tanto da macro como da micro-economia. Naquela matéria os dados apresentados pelo IBGE em conjunto com a SEI/SEPLAN o crescimento do setor de serviços até março de 2015 tinha crescido 4,2% com projeção de 6,8% em doze meses…agora o mesmo IBGE oito meses depois diz que no acumulado houve decréscimo de 3,8%! O que está parecendo é que o IBGE está sendo contaminado com a incompetência sistêmica do governo Dilma…vão ser ruins assim lá longe!

    • Fernandes permalink
      18/01/2016 17:12

      Também observo essa postura do editor, ta igual uns amigos petistas fanáticos que andam sumidos

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