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Paris en colère?

13/11/2015

Mais de 110 mortos, outra centena de feridos. Paris está cercada pelo ódio e pelos radicais religiosos, autores de no mínimo quatro ataques em lugares diferentes da capital francesa. Observadores dizem que a Europa pode entrar num torvelinho de ataques, os maiores desde que os árabes invadiram a Península Ibérica e por lá ficaram por 400 anos.

Só na casa de espetáculos Bataclan, 78 ou 79 mortes, entre estas 3 ou 4 terroristas. Explosões no Estádio de França, com a morte de dois atacantes suicidas. 

Agora, cerca de 3 horas da madrugada em Paris, as fronteiras francesas foram fechadas. E decretado Estado Nacional de Emergência. Começa a caçada aos autores da desgraça.

Alá estará ocupado nesta noite, recebendo os seus heróis.

AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS FALAM EM MAIS DE 120 MORTOS

A Agência Lusa informou há pouco que pelo menos 120 pessoas morreram na sexta-feira (13) em vários ataques em Paris, cerca de 100 na sala de espetáculos Bataclan, onde ocorria um concerto da banda norte-americana Eagles of Death Metal.

Os ataques em Paris aconteceram em sete pontos diferentes da cidade.
As primeiras notícias informaram que houveram várias explosões perto do Estádio de França, onde ocorria um jogo de futebol entre as seleções francesa e alemã, e de um ataque com arma de fogo em um restaurante.

No Bataclan, os terroristas fizeram reféns, que foram libertados após uma invasão policial, quando foram mortos três terroristas.

Os ataques em Paris aconteceram em sete pontos diferentes da cidade, segundo fonte próxima do inquérito, citada pela Agência France Presse: no Estádio de França, na Gare Du Nord, no restaurante Petit Cambodge, no bar Le Carrilon, no Bataclan Concert Hall, na Belle Equipe Bar e no Les Halle.

O presidente francês, François Hollande, que estava no Estádio de França quando aconteceram os ataques, anunciou que decretou estado de emergência no país e o encerramento das fronteiras na sequência de “ataques terroristas sem precedentes”.

O governo belga decidiu estabelecer o controle de fronteiras com a França em estradas, aeroportos e estações de comboio. O governo belga convocou um centro de crise e criou um comitê ministerial para fazer as primeiras avaliações sobre os atentados de Paris.

Agora há pouco um muçulmano chamado Malik Riaz publicou na página do seu facebook: “Meu nome é Malik Riaz. Eu sou muçulmano. Eu condeno o ataque em Paris. Outro 1.5 bilhões de muçulmanos também condenam. Por favor, lembrem disso”.

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