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O sal da semana: perguntar não ofende!

24/01/2015

graça-foster

Cai quando a Graça?

Se Dona Dilma afirmou que ia implantar uma gestão técnica na Petrobras, por que a Graça Fóssil balança, balança e não cai. É um caso explícito – e meio pornográfico – de rabo preso?

Torneira seca e enchente

Por que o Governador do Rio de Janeiro está pedindo economia na utilização de água potável e, quase ao mesmo tempo, pede recursos para enfrentar os flagelados da enchente?  O Pezão foi quem assassinou o volume morto?

E a tal racionalização?

Se o Ministro de Minas e Energia diz que quando os reservatórios das hidrelétricas atingirem 10% será caso de racionamento, por que não começa agora? Os reservatórios mais importantes não estão passando de 20%? O Brasil é um país estranho, onde os gestores públicos levam muito tempo para tomar uma decisão obvia.

Sem banho na festa

Se 340 mil pessoas estão sem água em São Paulo, por que Alckmin ainda não normatizou um racionamento? São Paulo faz 461 anos e nem todos os paulistanos poderão tomar banho para ir à festa.

Normalidade abusiva

A Vivo e a OI conseguiram liminarmente, na Justiça, reiniciar a venda de telefones móveis. Gostaria de saber o que alegaram. Será que o argumento foi normalidade no atendimento aos usuários? Porque tudo continua normal, ninguém está falando com ninguém.

Os provedores de internet de Barreiras e Luís Eduardo também estão normais. Aqui na redação de O Expresso já fazem 4 meses que a Oi prometeu instalar (e cobrou) uma conexão ADSL.

O abuso ainda é pior: quando o usuário solicita a conta mensal, eles mandam procurar uma lotérica. Na era da internet eles ainda não aprenderam a mandar e-mails com o boleto.

Notícias ruins

Num dia de sexta-feira, em que normalmente o Governo não tem nenhuma notícia ruim, 80 pessoas foram intoxicadas em Cubatão e o metrô do DF sofre com explosões elétricas. Mais de mil pessoas estavam no trem e tiveram que encarar um P2. Já tem alguém preso?

Movimento passe livre

Em São Paulo, no meio da tarde, o Movimento Passe Livre saiu às ruas, pela quarta vez este mês, para protestar pelo aumento de passagens. E o Movimento Água para Todos e o Movimento Energia Livre não saíram?

E a Serrinha, duplica quando?

Hoje pela manhã filas de até 50 carros subiam pacientemente atrás de uma carreta velha, a 10 km/hora, na serrinha entre Barreiras e Luís Eduardo.

O vice João Leão já prometeu, o deputado Oziel Oliveira prometeu, a Justiça Federal já determinou a construção de uma terceira pista na BR 242 e nada aconteceu. E pelo jeito, com quase a totalidade dos empreiteiros presos e processados, é obra para os próximos 10 anos. No Brasil é assim: se a obra for prática e barata, aí é que não sai mesmo. Só sai obra grande, onde a propina vale a pena.

E que tal uma vaquinha?

Se estiver faltando dinheiro para comprar a tinta para a sinalização horizontal da duplicação da BR 242/020 em Luís Eduardo Magalhães, que tal passar o chapéu? Se cada usuário der 5 reais, ligeirinho a gente resolve. Poderíamos chamar a vaquinha de “Pedágio da Dilma”. Mas sem propina, sem propina!

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  1. Mário Machado permalink
    24/01/2015 9:13

    Desgraça Fóssil não cai de jeito nenhum, nem que a vaca tussa, espirre e diga amém. No caso da Vivo eu queria ver era a decisão e não os fundamentos das empresas, pois para ler conto de fadas chamo a Branca de Neve.

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