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Juiz Federal já aceitou denúncias contra 9 dos acusados do Petrolão

12/12/2014

O juiz federal Sérgio Moro aceitou hoje (12) a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) no Paraná contra nove acusados de envolvimento no esquema de formação de cartel e pagamento de propina investigado na Operação Lava Jato. Nessa quinta-feira (11), o MPF denunciou 36  pessoas, pelos crimes de formação de quadrilha, corrupção e lavagem de dinheiro. Destas, 22 eram ligadas às empreiteiras envolvidas no esquema.

Com a decisão de Moro, responsável pelo processo da Operação Lava Jato na primeira instância, os nove acusados que tiveram a denúncia aceita passam à condição de réus na ação penal. O juiz afirmou, em seu despacho, que há indícios de que os acusados também cometeram os crimes de formação de cartel, frustração à licitação, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, evasão fraudulenta de divisas, uso de documento falso e sonegação de tributos federais.

O Presidente da UTC continua preso

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Moro aceitou denúncia contra os seguintes acusados de participação no esquema: Alberto Youssef, Paulo Roberto Costa, Waldomiro de Oliveira, Carlos Alberto Pereira da Costa, Enivaldo Quadrado, Gerson de Mello Almada, Carlos Eduardo Strauch Albero, Newton Prado Júnior e Luiz Roberto Pereira.

Ao oferecer a denúncia, o MPF informou que deve pedir na Justiça o ressarcimento aos cofres públicos de R$ 971.551.352,28 de todas as empresas denunciadas. O valor representa cerca de 3% do que o MPF considera que foi desviado dos contratos com a Petrobras. Da Agência Brasil.

Jaques Wagner, Sérgio Gabrielli,  Graça Foster

Venina

Venina

A Folha de São Paulo repercutiu, hoje, matéria do Valor Econômico com denúncias da ex-gerente da Petrobrás, Venina Velosa da Fonseca, que deverão ser referendas em oitiva no Ministério Público Federal, implicando Jaques Wagner, José Sérgio Gabrielli e a atual presidente da Estatal, Graça Forster, em recebimento indireto de verbas não resguardas por licitação.

A Folha de São Paulo já havia denunciado o assunto em 2009, durante campanha para o segundo mandato de Wagner, o que hoje é ratificado por Venina. Leia a matéria integral na Folha.

Abaixo, dois emails enviados a Graça Foster, por Venina, denunciando a corrupção na Petrobras. Venina foi demitida, expatriada e ameaçada com revolver na cabeça, conforme o teor da comunicação à Presidente da Petrobras.

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