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Existe risco sério de apagão energético no País em 2015

12/10/2014
A herança maldita de FHC não foi administrada por PT. Após uma década de boas chuvas, Dilma pode entregar o País pior do que pegou.

A herança maldita de FHC não foi administrada por PT. Após uma década de boas chuvas, Dilma pode entregar o País pior do que pegou.

O risco de um apagão em 2015 beira os 23% quando os níveis aceitáveis não passam dos 5%. A informação vem do Relatório do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). O motivo principal pontuado pelo relatório seria a estiagem.

Mesmo que chova a média anual, os reservatórios brasileiros chegarão ao período seco, no segundo trimestre, com 40% da capacidade.  Na Bahia, ao menos 140 municípios estão em estado de emergência decretado pelo governo federal por conta da seca.

Atualmente as regiões Sudeste e Centro Oeste tem apenas 23,6% de sua capacidade e o Nordeste, 19,87%. A situação é um pouco melhor no Norte, com 38,9%, e a região Sul com 89,29%.

No rio São Francisco, Sobradinho que é responsável pela geração de quase 60% da energia da Região, está com 27% da capacidade, enquanto a produção de Três Marias (responsável por mais de 30% da energia da Região) está próximo de zero.

É importante ressaltar que o Sudeste/Centro Oeste tem 202 MW/mês de potência instalada, enquanto o Sul tem apenas 19,8 MW mês de capacidade instalada. O Nordeste tem 51,8 e o Norte, 14,8. Isso significa que se as chuvas não forem abundantes no Sudeste/Centro Oeste e na grande bacia do São Francisco estaremos com sérios problemas de energia, apesar das gerações alternativas, como eólicas e térmicas.

Previsão da catástrofe vem de 2013

Em janeiro de 2013, já se anunciava que o nível abaixo do normal na maioria dos reservatórios do país faz com que quase um quarto da energia distribuída pelo Sistema Interligado Nacional (SIN) e consumida em todo o país seja proveniente de usinas termelétricas, de acordo com reportagem da Agência Brasil. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), pelo menos 60 usinas termelétricas estão despachando energia, por meio do SIN, de todos os tipos de fontes: eólica, a carvão, a óleo diesel e combustível, nuclear e a gás natural.

De acordo com o ONS, o despacho térmico atualmente chega a 12,9 mil megawatts (MW), o equivalente a 24% da demanda total do país.

Situação é trágica, diz Aécio Neves

O candidato oposicionista diz, segundo a Agência Brasil,  “que a situação do setor elétrico brasileiro é trágica. O custo dos equívocos do governo para os cidadãos brasileiros, por meio de aportes do Tesouro, é imenso. O dinheiro poderia estar indo para saúde, educação e segurança pública, além de outros investimentos, mas acabou sendo usado para tapar um buraco causado pelo governo. Essa política de usar dinheiro do Tesouro para forçar a queda das tarifas não deu certo e causou instabilidade para o sistema. O que precisa ser feito é ampliar a oferta, com o uso de energia eólica, por exemplo, mas só isso não é suficiente. Vamos estudar outras maneiras para melhorar a situação desse setor importantíssimo para a economia.”

Em outras palavras, o Candidato, se eleito for, vai cair no meio do furacão do apagão energético, sem uma solução anunciada em plano de governo. De maneira tão inadvertida, como Dilma Rousseff deixou o problema andar sem tomar uma medida radical, que seria o racionamento e a flutuação das tarifas.

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