Pular para o conteúdo

O papel higiênico, a Fórmula 1 e as prateleiras vazias dos mercados venezuelanos

01/11/2013

papel_higienico (1)O piloto Pastor Maldonado chegou à Fórmula Um com 30 milhões de euros, algo como 90 milhões de reais, dinheirinho da PDVSA, a petroleira da Venezuela. Ele quer levar todo esse dinheiro para a Lotus, que já o contratou. Ninguém estranha o fato da Fórmula 1 ser apenas um grande negócio, caro e dispendioso, pois lida com pesquisa avançada.

O que se estranha é como os bolivarianos de Chavez  concordaram com isso, em um país que falta de tudo, alimentos, energia e, pasmem, papel higiênico. Maldonado deixou a “cadeira elétrica” da Williams para Massa, que pelo jeito vai agonizar, no fim de carreira, na ponta traseira do pelotão. Entre pilotos existe uma brincadeira para os que andam atrás: “Então, companheiro, liderou o pelotão da merda?” Pois essa será a liderança que Massa vai disputar no próximo ano, principalmente se a indenização dos venezuelanos por Maldonado quebrar o contrato for rarefeita.

Em 99% das lojas faltam óleo de milho, leite, açúcar, farinha de milho, farinha de trigo e em 60% delas não havia manteiga. Ainda são difíceis de encontrar carne, frango, queijo e margarina. Além de papel higiênico, faltam sabonete, shampoo e pasta de dentes.

Quanto ao papel higiênico pouco estará fazendo falta, já que a tendência é de cada vez faltar mais alimentos. Até o dia que as cabeças dos chefes bolivarianos pendam de varas cravadas em frente ao Palácio de Miraflores.

No comments yet

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: