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Formosa do Rio Preto: professores marcham contra decreto

27/10/2013
Maria Janete e a deputada  Kelly Magalhães

Maria Janete e a deputada Kelly Magalhães

Cerca de 40 motos, 50 veículos e aproximadamente 100 pessoas a pé, entre elas, crianças e professores e familiares dos docentes, desfilaram neste domingo (27) pelas ruas de Formosa do Rio Preto contra o decreto de iniciativa do prefeito Jabes Júnior que segundo a categoria suprime direitos trabalhistas e reduz as remunerações dos educadores.

A diretora geral do Sindicato dos Profissionais de Educação – APLB, Maria Janete Francisca Bispo Serpa, em posse do microfone comunicava a população que a categoria só retornaria as aulas após a regularização dos pagamentos com os devidos descontos. “Estamos aqui em protesto contra este ato arbitrário do prefeito, só retornaremos as aulas quando nossa reivindicação for atendida”.

A Deputada Estadual Kelly Magalhães que esteve presente ao ato, fez um apelo: Peço a meu amigo Gillian que esteja atento e que não compactue com essa aberração jurídica feita pelo prefeito. Estive no mesmo palanque do atual prefeito, não para que esse desrespeito acontecesse, e sim para que a cidade fosse bem administrada”, justificou.

Comparecimento à caminhada não foi tão concorrido como das outras vezes

Comparecimento à caminhada não foi  concorrido como se esperava.

Fotos de Luís Carlos Nunes

Fotos e texto de Luís Carlos Nunes

Segundo a deputada o ato do prefeito é uma afronta ao poder legislativo e deve ser barrada para que não se torne tendência e via em outras prefeituras. “Como membro titular da Comissão de Educação, Cultura, Ciência, Tecnologia e Serviço Público da Assembleia Legislativa da Bahia, vou me empenhar junto com meus pares para solucionar essa afronta aos professores. Espero que haja um momento de lucidez por parte do prefeito e que o mesmo reveja esse decreto imoral”, argumentou.

Em contato telefônico com o vice-prefeito Gerson Bonfantti, ele nos afirmou não ter conhecimento sobre o decreto antes de sua publicação. “Ao contrário de vezes anteriores quando participamos de negociação do aumento salarial para os professores, desta vez não fui sequer comunicado da intenção. Me coloco contrário a esta postura e solicitarei ainda essa semana reunião com o prefeito para tratarmos do assunto. Sou adepto do diálogo e do acordo. Se há demanda, é porque existem posições a serem revistas. Fui eleito vice-prefeito, porém minha participação na administração quase que inexiste. Não tenho tinta na caneta”, argumentou o vice-prefeito.

Entre os quatro vereadores de oposição, o ato contou somente com a presença do vereador Pilosão.

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