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BR-020: mais uma morte de motociclista.

30/09/2012

O barreirense Claudinei dos Santos Carvalho, de 28 anos, morreu no início da noite deste domingo, 01, por volta de 19h, após colidir sua motocicleta, Honda CG FAN 125, placa JPU 4014/LEM, contra um veículo Ford Scort, placa Placa IIP 8599, na altura do Rio de Pedras, na BR 020, na cidade de LEM.
O condutor do veículo fugiu do local e ainda não foi identificado. O corpo de Claudinei foi removido para o IML de Barreiras.

Acidentes com motocicletas puxaram o aumento das mortes no trânsito brasileiro, revela levantamento realizado com base em certidões de óbito de todo o país. De 1998 a 2008, o total de vítimas fatais subiu 23,9%. Entre os motociclistas, porém, o crescimento foi de 753,8%. As estatísticas de mortes nas ruas e estradas do Brasil revelam uma situação de guerra: nada menos do que 369.016 pessoas perderam a vida, na década analisada. Em 2008, foram registrados 38.273 óbitos. A taxa de mortalidade de jovens supera a do restante da população.
Um estudo inédito sobre a violência no trânsito, realizado pelo Instituto Sangari por meio da análise de 1 milhão de certidões de óbito em todo o mundo, revelou que o Brasil é o segundo país do mundo em vítimas fatais em acidentes envolvendo motocicletas, com 7,1 óbitos a cada 100 mil habitantes. O Mapa da Violência 2012, publicado pela revista Veja, mostra que apenas no Paraguai se morre mais, com 7,5 óbitos por 100 mil habitantes. A situação no Brasil e no vizinho sul-americano é bem diferente do terceiro colocado no ranking global: a Tailândia tem taxa de 4,6 óbitos por 100 mil habitantes, enquanto Colômbia aparece em quarto, com 4,2 óbitos, e Chipre fica com o quinto lugar, com 3,7 óbitos. Com informações do blog do Sigi Vilares, O Globo e Motor Dream.

Num país com enorme deficiência nos transportes coletivos, a moto passou a ser a principal alternativa entre as camadas menos privilegiadas da população. Financiamentos longos, com juros baixos e a agressiva participação da indústria chinesa facilitaram a vida dos motociclistas. No entanto, os hospitais e os necrotérios demonstram o resultado desse enorme incremento de motos no trânsito.

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