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Polícia e Ibama abusam de pecuaristas

30/01/2010

Uma equipe de jornalismo da Band foi presa durante a Operação Boi Pirata, onde 600 cabeças de gado foram apreendidas pelo Ibama, em Novo Progresso (PA). Além do maltrato com os animais, que viajam mais de 3 mil km sem comer nem beber, o Ibama e a Força Nacional de Segurança, que escolta o gado, são acusados de abusos com os fazendeiros e jornalistas. Os responsáveis pela operação só deixariam a equipe de jornalistas ir embora se deixasse o equipamento e apagasse as imagens já feitas da operação Boi Pirata. Um fotógrafo contou à equipe da Band que fiscais do Ibama entraram armados em seu carro, tomaram sua máquina fotográfica e apagaram todas as imagens que ele havia registrado. Um fazendeiro, alvo da operação, acusa o Ibama de não só levar o gado, mas também levar cavalos e até seu equipamento: “Eu não tenho como viver, nem pagar as minhas contas”, disse. O presidente do Sindicato dos Produtores Rurais também acusa o Ibama de abusar os fazendeiros: “O desrespeito é muito grande. Eles chegam a queimar com gasolina os sacos de arroz dos colonos, furam panelas à bala, rasgam sacos de açúcar, eles fazem um absurdo”. As informações são do site de Cláudio Humberto, o mais bem informado sobre sepulcros caiados em Brasília.

A pergunta que não quer calar é: “Porque esses policiais da Força Nacional de Segurança e agentes do IBAMA não vão caçar boi pirata lá na Esplanada dos Ministérios? Nós tivemos oportunidade de conhecer a arbitrariedade desse povo, quando prenderam um produtor estabelecido e com endereço certo e no outro dia chegaram à conclusão que não sabiam ler direito um GPS. No Brasil é assim: enquanto se prova que não é cavalo, se come mais de um saco de milho.

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  1. 17/08/2011 23:22

    A pergunta que não quer calar é: “Porque esses policiais da Força Nacional de Segurança e agentes do IBAMA não vão caçar boi pirata lá na Esplanada dos Ministérios? Nós tivemos oportunidade de conhecer a arbitrariedade desse povo, quando prenderam um produtor estabelecido e com endereço certo e no outro dia chegaram à conclusão que não sabiam ler direito um GPS. No Brasil é assim: enquanto se prova que não é cavalo, se come mais de um saco de milho. Sai Lula, entra Dilma todos são iguais, enquanto a classe trabalhadora morre a mingua.

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