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Água com radioatividade em Caetité.

23/01/2010

O consumo de água em três pontos de Caitité foi suspenso por ter sido detectada a presença de radioatividade alfa e beta acima do permitido pela portaria 518/04 de potabilidade de água, do Ministério da Saúde. Dos três, apenas um ponto é utilizado para abastecimento humano com radioatividade alfa acima do limite permitido.

O Instituto de Gestão das Águas e Clima (INGÁ) e a Secretaria de Saúde do Estado notificaram a prefeitura, por um poço do povoado Barreiro, da zona rural de Caetité, que abastece cerca de 15 famílias desde 2007, com o índice de radioatividade alfa 0,30, quando o padrão é 0,1bg/litro na água.Com informações do portal IBahia.

De acordo com denúncias encaminhadas ao Greenpeace, em novembro do ano passado, 30 mil litros de concentrado de urânio podem ter contaminado solo e água dos arredores da mina. Moradores de Caetité (BA) – onde está situada a mina de urânio das Indústrias Nucleares do Brasil (INB), que abastece as usinas Angra I e II – procuraram o Greenpeace para denunciar o vazamento de 30 mil litros de concentrado de urânio. De acordo com informações levantadas pela própria comunidade, o vazamento teria atingido 200 metros de profundidade e pode ter contaminado rios e lençóis freáticos. A operação da mina, ainda segundo os moradores, está suspensa.

Procurada pelo Greenpeace, a assessoria de comunicação da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), órgão governamental responsável pela fiscalização das atividades nucleares no país, disse que o vazamento aconteceu no dia 28 de outubro. A assessoria, no entanto, não informou detalhes sobre os impactos e as medidas que serão tomadas. A INB não quis se pronunciar.

“Como nos vazamentos anteriores, esse acidente expõe a fragilidade da segurança nuclear e a falta de transparência dessa indústria. O acidente aconteceu há 13 dias e até agora ainda não há uma posição oficial da INB e da CNEN”, diz André Amaral, coordenador da campanha de energia nuclear do Greenpeace. “A população ainda não sabe a extensão da contaminação do solo, da água e quais os riscos para os moradores da redondeza.”

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  1. 14/03/2010 2:04

    A CORRUPÇÃO É O GRANDE MAL DO BRASIL,

    ENVOLVE OS PODERES EXECUTIVO, LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO.

    Faço parte dos cidadãos brasileiros que defendem a ética e a moralização da administração pública.

    Em 14 de novembro de 1994 fui readmitido a Indústrias Nucleares do Brasil-INB por decisão do Poder Judiciário, baseada no artigo 8º do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição Federal de 1988, que concede anistia aos servidores punidos e demitidos por motivos políticos. Dentre os fatos que levaram-me a ser interrogado no famigerado SNI, destaco o de ter acusado, comprovando com farta documentação, irregularidades e corrupção que ocorriam no âmbito da administração da empresa em plena ditadura militar.

    Em 27 de agosto de 1996, após 21 meses sendo submetido a práticas fascistas, que atentam contra os direitos humanos, por ordem do então presidente da empresa Roberto Nogueira da Franca, continuar defendendo o patrimônio público, ter manifestado minha indignação com a comercializaçao de urânio lesiva a empresa e ser signatário do processo 96.0013879.6, abaixo, impetrado na Justiça Federal do Rio de Janeiro cobrando responsabilidades da transação efetuada, sou novamente demitido da INB, desta vez com a cumplicidade das autoridadades do governo Fernando Henrique Cardoso e a indiferença do próprio Presidente da Republica a quem relatei o caso.

    O urânio negociado com a empresa falida Nuexco, já levou a INB a gastar mais de U$ 10 milhões com a contratação de advogados, pagamento de diárias internacionais a diretores, servidores, advogados e passagens aéreas a Alemanha.

    Surpreende também a ausência do Congresso Nacional na autorização da transação e no acompanhamento dos desdobramentos lesivos ao erário, assim como a atuação do Tribunal de Contas da União-TCU, Controladoria Geral da União-CGU, Advogado Geral da União-AGU e Ministério Público.

    ROBERTO MACHADO
    rob-machado@uol.com.br

    ACESSE http://uraniodobrasil.zip.net/ CONHEÇA A “TRANSAÇÃO COMERCIAL NA MODALIDADE ALUGUEL” COM URÂNIO BRASILEIRO, FIRMADA ENTRE A INDÚSTRIAS NUCLEARES DO BRASIL-INB E A EMPRESA ESTRANGEIRA “EM PROCESSO FALIMENTAR” NUEXCO NUCLEAR CORPORATION, ANO 1994, NO GOVERNO DO PRESIDENTE ITAMAR FRANCO E CONDUZIDA PELO ENTÃO DIRIGENTE DA INB, ROBERTO NOGUEIRA DA FRANCA, SEM NENHUMA GARANTIA, SEGURO OU CARTA DE FIANÇA. A NUEXCO “FALIU” LOGO APÓS RECEBER O NOSSO URÂNIO, QUE NÃO FOI PAGO NEM DEVOLVIDO, SIMPLESMENTE SUMIU, CAUSANDO ENORME PREJUÍZO AO BRASIL, RESULTANDO NO PROCESSO Nº 96.0013879.6, AUTUADO EM 14 DE AGOSTO DE 1996 NA 9ª VARA FEDERAL E, POSTERIORMENTE, TRANSFERIDO PARA A 15ª VARA FEDERAL.

    OS SIGNATÁRIOS DO PROCESSO, QUE CUMPRIRAM O ESTABELECIDO NO ARTIGO 37 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL, AGUARDAM HÁ MAIS DE 15 ANOS A APURAÇÃO E OS RESPONSÁVEIS PELOS DANOS CAUSADOS AO ERÁRIO. PORÉM, PELO TEMPO DECORRIDO, TEMEM QUE O PROCESSO TENHA VIRADO ALMOFADA E TENHAM SENTADO EM CIMA.

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